“Por la razón o la fuerza”, passamos o carnaval no Chile ;)

Não existia nenhuma corrida oficial no calendário, mas surgiu uma mega promoção da TAM e resolvemos fugir do agito carnavalesco que toma conta do RJ e conhecer um novo país, uma nova cidade.

Destino: Santiago do Chile!

A Cordilheira dos Andes e toda sua beleza.
Um país que possui 4 barreiras naturais – O majestoso e quase intransponível deserto do Atacama ao norte. Ao Sul temos os glaciais patagônicos, uma obra de arte da natureza. A oeste o oceano Pacífico e ao leste uma exuberante cadeia de montanhas, a Cordilheira dos Andes – merece ser visitado ao menos mais 4 vezes, uma viagem curta não é suficiente para conhecer nem 10% das belezas e da rica cultura chilena. 

Por não termos viajado no período em que existe o glamour da neve, optamos por voltar nossa atenção para conhecer os vinhos, a cultura e a culinária de Santiago. Para nos locomover pela cidade utilizamos metrô, táxi, bicicleta e pernas (ora caminhando, ora correndo 😉


Não tinha prova oficial no calendário Chileno, mas tinha treino carnavalesco.

Feito? Bora correr por Santiago?

Começamos a corrida pelo Parque Constanera que ficava muito próximo ao nosso hotel.


Fuente Alemana, Parque Forestal





Pausa para foto, esse treino mereceu vários registros.




O Rio Mapocho que se origina de vários e pequenos riachos na zona nordeste da Cordilheira dos Andes e tem 110km de extensão. Daria uma boa ultra, hein?
Sair de Santiago e seguir rumo ao Pacífico, nada mal.   

Santiago tem muitos cães abandonados pela cidade. As autoridades se encarregam de cuidar da saúde dos cães, enquanto a população se encarrega de alimentá-los.
No nosso primeiro treino um cão veio latindo em nossa direção, não nos assustamos e ele nos acompanhou por mais de 3km, lado a lado.



Quando fui fazer carinho o pequenino se jogou no chão.
Coisinha linda!




Ele corria, latia bem forte, olhava para trás e abanava o rabinho curtinho.
Confesso que fiquei com o coração partido e com vontade de trazê-lo na mala, mas ele nos abandonou assim que encontrou um amigo de quatro patas no outro parque.
Respirei aliviada, o adeus seria difícil.  




O dia estava lindo!




Escultura de Botero na entrada do Museu de Belas Artes. 
Mas nosso 1º contato com este artista foi obra do nosso amigo Gilmar, de Recife, que nos levou para visitar o Museu do Instituto Ricardo Brennand com diversas esculturas de Botero espalhadas pelo imenso jardim.
Academia de Belas Artes




Meu carrasco 🙂




Chega de parar para tirar foto, cooooorre.




Enquanto minha bike não chega, essa até que deu conta do recado. 


Parque Balmaceda, a noite a iluminação dele é um show a parte.
Vou mostrar logo depois.



Felicidade estampada no rosto e o maior sorrisão do universo, o motivo?
Porque faz quase 2 meses que corro sem a companhia do Sergio e correr ao lado dele é mais que demais. Mas foi só no Chile, por enquanto ele continua somente no pedal.


Out of run … turistamos muito por Santiago:


Palacio La Moneda e sua famosa troca de guarda.
A banda tocou a música Aquarela do Brasil e foi fortemente aplaudida
pelo público presente. Muito bacana a banda, a cavalaria e o manejo das armas. 



Bandeira GIGANTE do Chile!

Caminhar pela Passeo Estado e Ahumada é uma boa pedida.
Prédios históricos, esculturas, uma feirinha e lojas bacanas.

Vista do cerro Santa Lucía.

Cerro San Cristóbal possui a melhor vista de Santiago, bem mais alto que o de Santa Lucía. Para subir utilizamos um ônibus gratuito, já que o teleférico e o funicular (trem) estão desativados.
 
O ciclista é muito respeitado em Santiago do Chile, aluguem uma bicicleta por menos de R$10,00 (válido por um mês) e pedalem por toda a cidade. Basta levar uma xérox do passaporte e um comprovante do hotel que estão hospedados. Simples assim …


Mote con Huesillos. Se gostar de pêssego, vá com tudo.
Nunca comi um pêssego tão saboroso e o suco também é uma delícia.

Visitando a vinícola Concha Y Toro e apreciando a degustação.
Optamos pelo guia em espanhol e não nos arrependemos, grupo menor e uma guia super agradável. Se alguém não topar a degustação basta aguardar na loja ou no restaurante.
Não fomos com o pacote do hotel, fomos por conta própria e utilizamos metrô e táxi.
O dinheiro do pacote foi devidamente convertido em muitos vinhos, beeem melhor.  



Lembram do Parque Balmacedo lá de cima? Vejam como ele fica lindo quando anoitece.
Outra coisa, lá a noite só chega um pouco depois das 21h. Muito maneiro!



Lá tem cachorro-quente com abacate (palta) e eu experimentei.
Pode ser estranho para os brasileiros, mas o danado é bem saboroso!
Se sentir falta de uma pimentinha peça algum que contenha ají.
Pimenta de gente grande, sensacional!



Cachorro-quente do Dominó, recomendamos experimentar.

Vai um sonho aí? O Sr.Formiga experimentou e aprovou.
Esse é da Paradiso.

Sopapillas e empanadas na barraquinha de rua. Recomendo!
Ainda mais se o vendedor for este aí da foto, uma simpatia.




Aqui tem que ser ligeiro para fotografar.
Helado da sorveteria Bravissimo, indecente de tão bom. Imperdível.



Patio BellaVista é um ótimo local para almoçar ou jantar.
Várias lojas charmosas com artesanato local.



No restaurante El Ancla pudemos apreciar alguns frutos do mar.
Esse prato da foto é o Pastel de Jaiba, um caranguejo menor do que a Centolla.
Prato muito saboroso e que pode ser perfeitamente dividido.
Reservem, os bons restaurantes vivem lotados. Não esqueçam de pedir um bom vinho e de apreciar o Pisco Sour, uma bebida que lembra muito a nossa famosa caipirinha.




Ainda no El Ancla optamos por uma tábua de frutos do mar. Queríamos saber se valia a pena comer a Centolla (caranguejo gigante) do Mercado Central. No nosso caso valeu experimentar uma porção reduzida da Centolla, percebemos que no Brasil o caranguejo tem muito mais sabor.


O Mercado Central é bacana, mas os garçons são insistentes demais. Tem que ter paciência! Do outro lado tem um mercado com frutas, flores … lá você encontra deliciosas vitaminas e empanadas. Sério, da melhor qualidade. A empanada que adoramos fica no 2º piso, feita na hora. Também tem muitas lojas com artesanato!



Última dica, o vinho no mercado é um pouco mais barato. Em contrapartida o da vinícola conta com uma embalagem própria para encarar a viagem, o do mercado você terá que providenciar!

No final da viagem, no retorno ao Brasil, fomos vítimas do tão temido overbooking. Resultado? Fomos presenteados com o upgrade da econômica para a executiva.

Uma ótima maneira de encerrar a viagem 🙂
É isso, post longo mas com muitas dicas para quem desejar se aventurar no Chile.


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